UFCD 0778 – Folha de cálculo

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A medida Formação Emprego + Digital visa a formação e (re)qualificação de ativos empregados, através da frequência de percursos de formação profissional na área digital. Formação certificada, enquadrável nas 40 horas anuais de formação obrigatória / contínua (art.131º, nº1, alínea b) do CT)

Quem pode frequentar a formação?

  • Pessoas empregadas (trabalhadores com um vínculo contratual de emprego com a respetiva entidade patronal, exceto administração pública) com idade igual ou superior a 18 anos.
  • Os candidatos devem trabalhar numa das áreas: Construção civil, Comércio, Automóvel, Elétrico e eletrónico, Agrícola, Madeiras e mobiliário ou Setor social.

Que apoios recebe o formando?

  • Subsídio de alimentação – no valor de 5,20€ se a ação for em horário pós-laboral e tiver 3 ou mais horas de duração/dia.
  • Seguro contra acidentes pessoais (apenas em horário pós-laboral – presencial e à distância).

Formadores

Descrição

A ação integra-se no Programa EMPREGO + DIGITAL 2025, é financiada pelo PRR no âmbito do INVESTIMENTO TD-C16-I01 – EMPRESAS 4.0: CAPACITAÇÃO DIGITAL DAS EMPRESAS Medida 02 – “Emprego + Digital 2025”, assumindo o IEFP, I.P. a qualidade de beneficiário final nos termos da Orientação Técnica N.º 02/C16-i01/2022.


Idade Mínima: 0
Idade Máxima: 0
Situação:
Habilitações Mínimas: Ensino secundário
Habilitações Específicas: Profissional ativo. Os candidatos devem trabalhar numa das áreas: Construção civil, Comércio, Automóvel, Elétrico e eletrónico, Agrícola, Madeiras e mobiliário ou Setor social.
Deverá ter um vínculo à empresa, na qualidade de trabalhador ou membro da direção, conselho de administração e/ou outros (inclusive um trabalhador migrante, devidamente legalizado, e com algum vínculo à empresa).


No final da ação os formandos deverão ser capazes de utilizar a folha de cálculo para a otimização na análise de dados, através da utilização de fórmulas, funções, gráficos e desenhos em folhas de cálculo.




6 – Formação em B-learning (turma)


Diagnóstica
No início da ação é realizado um levantamento de expectativas, que congrega também o domínio da temática, e, que não tendo qualquer intenção classificativa, tem como objetivo a identificação dos conhecimentos que os participantes possuem no momento de entrada na ação, bem como a maximização da aquisição de conhecimentos e competências pela adequação e conhecimento do perfil do participante, permitindo e legitimando, se necessário, ajustes aos conteúdos e métodos a utilizar com o grupo e individualmente.
Esta avaliação é realizada recorrendo à técnica de questionário oral dirigido (em videoconferência) e/ou à criação de fórum de perguntas e respostas e/ou teste diagnóstico.

Formativa
Promovida no decurso da ação, pretende identificar desvios aos objetivos fixados, detetar problemas e aplicar soluções, tendo sempre em vista o reajuste da estratégia pedagógica do formador no sentido de atender a percursos individuais e de grupo. A avaliação formativa consubstancia-se em diversas estratégias que implicam sempre o feedback do formador, quer em suporte escrito, quer em suporte oral/síncrono.

Sumativa
A avaliação sumativa realiza-se no final de cada unidade de formação de curta duração.
A metodologia de avaliação prevê, para além, da avaliação dos conhecimentos científicos e competências técnicas, a avaliação de competências transversais, de âmbito comportamental verificáveis nesta modalidade de formação (participação, motivação, assiduidade, pontualidade, relações interpessoais).
Para tal, o formador cria um teste de avaliação de competências no Moodle, criando a respetiva pauta e informação de feedback.

De ressalvar que sempre que o participante realizar atividades de avaliação, o canal de comunicação síncrono continuará aberto e dinamizado pelo formador. Nestes momentos, estará vocacionado para a partilha de dúvidas e questões.

EM DTP os modelos que evidenciarão o resultado da aprendizagem são:
– Registo da Avaliação do Formando por Objetivos de Aprendizagem.

Considera-se que um formando tem “aproveitamento” na ação de formação quando obtém na prova teórica uma classificação igual ou superior a 10 valores “. A prova teórica é classificada com base numa escala de 0 a 20 valores.

Avaliação de Reação:
Sendo esta uma ação de curta duração (com menos de 300 horas), os questionários aplicar-se-ão no final da mesma.
Os inquéritos por questionário aplicar-se-ão a formandos, formador, coordenador [e entidade cliente quando se aplique].
Avaliação de Desempenho
Sendo esta uma ação de curta duração (com menos de 300 horas), o formador será avaliado uma vez, no final da ação, salvo se, decorrente de alguma ocorrência, seja necessário avaliar o seu desempenho antecipadamente.
O desempenho dos formadores é avaliado por formandos, coordenador e pelo próprio. Estas avaliações resultam numa média global de desempenho. Esta média é calculada pelo somatório das apreciações obtidas, divididas pelo número de respostas, sendo que as respostas dos formandos têm um peso de 50%, as do coordenador têm um peso de 40% e as do formador têm um peso de 10%.aliação Final da Ação.


– A formação concluída com aproveitamento é objeto de certificação no âmbito do Sistema Nacional de Qualificações e, se integrada no CNQ, é capitalizável para obtenção de uma ou mais qualificações do Quadro Nacional de Qualificações (QNQ).
– Todos os certificados são emitidos através do SIGO, conforme Portaria nº 474/2010, de 8 de Julho, com enquadramento legal no Sistema Nacional de Qualificações – Decreto-Lei nº 396/2007